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Acórdãos do relator Morgana De Almeida Richa

Decisões relatadas por Morgana De Almeida Richa, com resumo em linguagem simples, tese jurídica e perguntas frequentes.

Parcialmente ProvidoTST·20 de fev. de 2026

Anistia e Previdência: TST Define Regras de Prescrição e Competência da Justiça do Trabalho

O TST decidiu sobre um caso de um trabalhador anistiado que buscava direitos relacionados à previdência complementar. A Corte explicou que a prescrição, ou seja, o prazo para reclamar um direito, pode ser alegada em várias fases do processo. Além disso, confirmou que a Justiça do Trabalho é o lugar certo para julgar esses pedidos de anistiados e que o prazo de 5 anos para reclamar começa a contar da data em que o trabalhador foi readmitido.

ProvidoTST·20 de fev. de 2026

Administração Pública não é automaticamente responsável por dívidas trabalhistas de terceirizadas

O Tribunal Superior do Trabalho (TST) reavaliou um caso de terceirização envolvendo a Administração Pública. Agora, para que o ente público seja responsabilizado por dívidas trabalhistas, o trabalhador precisa provar que houve falha na fiscalização do contrato. A Administração Pública não precisa mais provar que fiscalizou corretamente a empresa terceirizada.

ProvidoTST·20 de fev. de 2026

Administração Pública não é culpada automaticamente por dívidas de terceirizadas, decide TST

O Tribunal Superior do Trabalho (TST) decidiu que a Administração Pública não pode ser responsabilizada automaticamente por dívidas trabalhistas de empresas terceirizadas. Para que isso aconteça, o trabalhador precisa provar que o órgão público foi negligente na fiscalização do contrato. A decisão reforça que a culpa da Administração não pode ser presumida, e o ônus de provar essa falha é do empregado.

ProvidoTST·20 de fev. de 2026

TST muda regra: Trabalhador precisa provar falha da Administração Pública em casos de terceirização

O Tribunal Superior do Trabalho (TST) mudou seu posicionamento sobre a responsabilidade de órgãos públicos em casos de terceirização. Agora, para que um órgão público seja responsabilizado por dívidas trabalhistas de uma empresa terceirizada, o trabalhador precisa provar que houve falha na fiscalização. Não basta apenas a empresa não ter pago os direitos; é preciso mostrar que o órgão público foi negligente.

ProvidoTST·20 de fev. de 2026

Administração Pública não é automaticamente responsável em terceirização: trabalhador deve provar a culpa

O Tribunal Superior do Trabalho (TST) decidiu que a Administração Pública não pode ser responsabilizada automaticamente por dívidas trabalhistas de empresas terceirizadas. Para que isso aconteça, o trabalhador precisa provar que o órgão público foi negligente na fiscalização. Não basta alegar que o ente público não comprovou a fiscalização, pois o ônus da prova da culpa é do trabalhador.

ProvidoTST·20 de fev. de 2026

Administração Pública só é responsável por dívidas trabalhistas de terceirizada se for negligente

O Tribunal Superior do Trabalho (TST) decidiu que a Administração Pública (como um órgão do governo ou empresa estatal) não pode ser automaticamente responsabilizada por dívidas trabalhistas de empresas terceirizadas. Para que essa responsabilidade exista, o trabalhador precisa provar que o órgão público foi negligente na fiscalização do contrato. A simples falta de pagamento por parte da empresa terceirizada não é suficiente para culpar o ente público.

Não ProvidoTST·20 de fev. de 2026

TST: Administração Pública não tem responsabilidade automática em terceirização sem prova de negligência

O Tribunal Superior do Trabalho (TST) confirmou a condenação de uma empresa de segurança por diferenças salariais e periculosidade. Contudo, afastou a responsabilidade de uma empresa pública federal, explicando que a Administração Pública não é automaticamente responsável por dívidas trabalhistas de empresas terceirizadas. Para que haja essa responsabilidade, o trabalhador precisa provar que o órgão público foi negligente na fiscalização, e não o contrário.

Não ProvidoTST·20 de fev. de 2026

Administração Pública não é culpada automaticamente por dívidas de terceirizadas, decide TST

O Tribunal Superior do Trabalho (TST) decidiu que um órgão público não pode ser automaticamente responsabilizado por dívidas trabalhistas de uma empresa terceirizada. Para que o órgão público seja considerado culpado, o trabalhador precisa provar que houve falha na fiscalização por parte do poder público. Não basta apenas inverter a obrigação de provar para o órgão público.

ProvidoTST·20 de fev. de 2026

Administração Pública não é culpada automaticamente por dívidas de terceirizadas, diz TST

O Tribunal Superior do Trabalho (TST) decidiu que um órgão público não pode ser automaticamente responsabilizado por dívidas trabalhistas de uma empresa terceirizada. Para que o órgão seja cobrado, é preciso provar que ele foi negligente na fiscalização da empresa. A exceção é para dívidas de FGTS ou quando o órgão público não se defende no processo.

ProvidoTST·20 de fev. de 2026

TST decide: Trabalhador deve provar negligência da Administração Pública em terceirização

O Tribunal Superior do Trabalho (TST) decidiu que a Administração Pública não pode ser automaticamente responsabilizada por dívidas trabalhistas de empresas terceirizadas. Para que o ente público seja responsabilizado, o trabalhador precisa provar que houve negligência na fiscalização do contrato. Não cabe à Administração Pública provar que fiscalizou, mas sim ao trabalhador demonstrar a falha.

ProvidoTST·20 de fev. de 2026

TST decide: Administração Pública só responde por terceirização se houver prova de negligência na fiscalização

O TST mudou seu entendimento sobre a responsabilidade da Administração Pública em casos de terceirização. Agora, para que um órgão público seja obrigado a pagar dívidas trabalhistas de uma empresa terceirizada, não basta presumir que ele foi negligente. É essencial que o trabalhador prove que o ente público realmente falhou em fiscalizar o contrato.

ProvidoTST·20 de fev. de 2026

Administração Pública só paga dívida de terceirizada se houver prova de sua culpa, decide TST

O Tribunal Superior do Trabalho decidiu que a Administração Pública não é automaticamente responsável por dívidas trabalhistas de empresas terceirizadas. Para que o órgão público seja obrigado a pagar, o trabalhador precisa provar que houve falha na fiscalização do contrato. A culpa da Administração não é presumida, e o ônus de provar essa negligência é de quem a alega.

ProvidoTST·20 de fev. de 2026

Administração Pública não é culpada automaticamente por dívidas de terceirizadas: trabalhador precisa provar

O Tribunal Superior do Trabalho mudou seu entendimento sobre a responsabilidade da Administração Pública em contratos de terceirização. Para que um órgão público seja responsabilizado por dívidas trabalhistas de uma empresa terceirizada, o trabalhador precisa provar que houve negligência na fiscalização. Não basta presumir a culpa do órgão, nem inverter a quem cabe apresentar as provas.

ProvidoTST·20 de fev. de 2026

TST decide: Administração Pública não é automaticamente responsável por dívidas trabalhistas de terceirizadas

O Tribunal Superior do Trabalho (TST) decidiu que a Administração Pública não pode ser responsabilizada automaticamente por dívidas trabalhistas de empresas terceirizadas. Para que isso aconteça, o trabalhador precisa provar que o órgão público foi negligente na fiscalização do contrato. Não basta presumir a culpa do poder público, o ônus da prova é de quem alega a falha.

ProvidoTST·20 de fev. de 2026

Administração Pública só responde por terceirização se trabalhador provar negligência, decide TST

O Tribunal Superior do Trabalho (TST) decidiu que a Administração Pública (como um Estado ou Município) só pode ser responsabilizada por dívidas trabalhistas de empresas terceirizadas se o trabalhador provar que o órgão público foi realmente negligente na fiscalização. Não basta apenas presumir a culpa do ente público por não ter fiscalizado. Agora, o trabalhador precisa apresentar provas concretas da falha do poder público para conseguir essa responsabilização.

Não ProvidoTST·20 de fev. de 2026

Acordo Coletivo pode Compensar Gratificação de Bancário com Horas Extras, decide TST

O Tribunal Superior do Trabalho (TST) confirmou a validade de um acordo coletivo que permite compensar a gratificação de função de bancários com as horas extras (a 7ª e 8ª horas) que eles recebem. Essa decisão se baseia em um entendimento do Supremo Tribunal Federal (STF), que reconhece a força dos acordos coletivos para negociar direitos trabalhistas, desde que não sejam direitos absolutamente essenciais. Assim, a autonomia das negociações entre sindicatos e empresas foi privilegiada neste caso.

Não ProvidoTST·20 de fev. de 2026

TST: Recurso negado por transcrição incompleta. Entenda a importância de citar trechos certos.

O Tribunal Superior do Trabalho (TST) negou um pedido de esclarecimento, conhecido como Embargos de Declaração. A decisão ocorreu porque a parte que recorreu não seguiu uma regra importante: transcrever trechos suficientes da decisão anterior. Sem essa transcrição completa, o TST não conseguiu analisar o mérito da questão, mantendo a decisão original.

ProvidoTST·20 de fev. de 2026

Administração Pública não é responsável automaticamente por dívidas trabalhistas em terceirização

O TST decidiu que a Administração Pública não pode ser responsabilizada por dívidas trabalhistas de empresas terceirizadas apenas porque não provou que fiscalizou. É o trabalhador quem precisa demonstrar que o órgão público foi negligente na fiscalização. Essa decisão segue o entendimento do Supremo Tribunal Federal, que exige a comprovação da culpa do ente público.

ProvidoTST·20 de fev. de 2026

TST Reafirma: Administração Pública Não Tem Responsabilidade Subsidiária Automática em Terceirização

O Tribunal Superior do Trabalho (TST) decidiu que a Administração Pública não pode ser automaticamente responsabilizada por dívidas trabalhistas de empresas terceirizadas. Para que isso aconteça, o trabalhador precisa provar que o órgão público foi negligente na fiscalização do contrato. A decisão reforça o entendimento do Supremo Tribunal Federal (STF), que exige a comprovação da falha do poder público, e não a presunção de culpa.

Parcialmente ProvidoTST·20 de fev. de 2026

TST decide sobre responsabilidade da Administração Pública e horas extras

O TST analisou um caso envolvendo a responsabilidade de uma empresa pública por falha na fiscalização de um contrato, e também questões de desvio de função e horas extras. A decisão aborda quem deve provar a culpa da administração e a impossibilidade de reanalisar fatos em recursos de nível superior, além da lei aplicável para o cálculo de horas extras.

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