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Jurisprudência do TST

Acórdãos do TST com resumo em linguagem simples, tese jurídica e perguntas frequentes. O conteúdo original é público e oficial; os resumos e análises são produzidos pela tecnologia do VadeLab.

Não ProvidoTST·24 de fev. de 2026

Fazenda Pública: TST mantém juros em condenação subsidiária e nega embargos que buscavam rediscutir o caso

O Tribunal Superior do Trabalho (TST) negou um pedido da Fazenda Pública que queria mudar a forma de calcular juros e correção monetária em um processo trabalhista. A decisão explicou que esse tipo de recurso, chamado embargos de declaração, não serve para discutir novamente o mérito do caso, mas sim para corrigir erros claros na decisão anterior. Para o TST, a Fazenda Pública não mostrou nenhum erro real, apenas seu descontentamento com o resultado.

Não ProvidoTST·24 de fev. de 2026

Administração Pública é responsável por dívidas trabalhistas de terceirizada se falhar na fiscalização

O Tribunal Superior do Trabalho (TST) decidiu que um órgão público pode ser responsabilizado por dívidas trabalhistas de uma empresa terceirizada. Isso acontece quando o trabalhador consegue provar que o ente público foi negligente ou falhou na fiscalização do contrato. A decisão segue o entendimento do Supremo Tribunal Federal (STF) sobre o tema.

Não ProvidoTST·24 de fev. de 2026

TST: Administração Pública não é responsável por dívidas de terceirizadas sem prova de culpa na fiscalização

O Tribunal Superior do Trabalho (TST) decidiu que a Administração Pública não é automaticamente responsável por dívidas trabalhistas de empresas terceirizadas. Para que essa responsabilidade exista, o trabalhador precisa provar que o órgão público foi negligente na fiscalização do contrato. Não basta apenas alegar a dívida; é fundamental apresentar evidências da falha do poder público.

Não ProvidoTST·24 de fev. de 2026

TST Confirma Competência da Justiça do Trabalho para Casos de Servidores Não Estabilizados

O Tribunal Superior do Trabalho (TST) decidiu que a Justiça do Trabalho é competente para julgar ações de trabalhadores que entraram no serviço público sem concurso antes de 1988 e não foram estabilizados. A decisão reforça que os embargos de declaração não servem para rediscutir o mérito do caso, mas apenas para corrigir falhas claras na decisão. Assim, o pedido da instituição pública para reverter a competência foi negado.

Não ProvidoTST·24 de fev. de 2026

TST mantém competência da Justiça do Trabalho para verbas de empregados públicos não concursados antes de 1988

O TST confirmou que a Justiça do Trabalho é competente para julgar verbas de trabalhadores contratados por órgãos públicos sem concurso antes de 1988, que não adquiriram estabilidade. Um recurso que buscava rediscutir essa competência foi rejeitado, pois o tribunal não encontrou vícios na decisão anterior. A corte manteve seu entendimento, alinhado ao Tema 853 do Supremo Tribunal Federal (STF).

Não ProvidoTST·24 de fev. de 2026

Administração Pública só responde por terceirizados se comprovada culpa na fiscalização, decide TST

O TST decidiu que a Administração Pública (governo, prefeitura, etc.) só pode ser responsabilizada por dívidas trabalhistas de empresas terceirizadas se for provado que ela agiu com culpa na fiscalização do contrato. Não basta apenas a empresa terceirizada não pagar os direitos dos trabalhadores, nem se pode presumir a culpa do poder público. É essencial que o trabalhador ou o sindicato demonstre que o órgão público foi negligente, por exemplo, não agindo após ser avisado de problemas ou não exigindo garantias da empresa.

Não ProvidoTST·24 de fev. de 2026

Empresas privadas e licitação simplificada: STF não julga responsabilidade subsidiária

Uma empresa que contratou serviços usando um tipo de licitação mais simples (não a Lei 8.666/93) foi acionada na Justiça do Trabalho para pagar dívidas trabalhistas de uma prestadora de serviços. O Tribunal Superior do Trabalho (TST) decidiu que o Supremo Tribunal Federal (STF) não analisa esse tipo de caso. Isso acontece porque o STF entende que a discussão sobre a responsabilidade subsidiária de empresas privadas é um assunto de lei comum, e não da Constituição, conforme o Tema 196.

Não ProvidoTST·24 de fev. de 2026

Justiça do Trabalho julga verbas de empregado público sem estabilidade do ADCT: Entenda a decisão do TST

O TST confirmou que a Justiça do Trabalho é a responsável por julgar casos de trabalhadores que buscam verbas trabalhistas contra órgãos públicos, mesmo que não tenham sido efetivados por concurso público antes da Constituição de 1988. A decisão reforça um entendimento do Supremo Tribunal Federal (Tema 853/STF), que já havia definido essa competência. Os embargos de declaração, que pediam esclarecimentos, foram negados porque não havia falhas na decisão anterior, apenas o inconformismo da parte.

Não ProvidoTST·24 de fev. de 2026

Administração Pública é Responsável por Dívidas Trabalhistas se Falhar na Fiscalização de Terceirizados

O Tribunal Superior do Trabalho (TST) confirmou que a Administração Pública pode ser responsabilizada por dívidas trabalhistas de empresas terceirizadas. Isso acontece quando fica provado que o órgão público falhou em fiscalizar se a empresa contratada estava cumprindo suas obrigações com os trabalhadores. A decisão segue o entendimento do Supremo Tribunal Federal (STF), que exige a comprovação dessa falha na fiscalização.

Não ProvidoTST·24 de fev. de 2026

Administração Pública responde por dívidas trabalhistas de terceirizados? Entenda a decisão do TST

O Tribunal Superior do Trabalho (TST) decidiu que a Administração Pública só é responsável por dívidas trabalhistas de empresas terceirizadas se for comprovado que ela falhou na fiscalização do contrato. Não basta que a empresa terceirizada não pague seus funcionários ou que se presuma a culpa do órgão público. É preciso mostrar que houve negligência por parte da Administração para que ela seja condenada.

Não ProvidoTST·24 de fev. de 2026

Administração Pública é Responsável por Dívidas Trabalhistas de Terceirizados se Houver Culpa na Fiscalização

O TST confirmou que a Administração Pública pode ser responsabilizada por dívidas trabalhistas de empresas terceirizadas. Isso acontece quando fica provado que o órgão público foi negligente na fiscalização do contrato, e não apenas porque a empresa não pagou ou por uma simples inversão do ônus da prova. A decisão reforça a necessidade de o poder público fiscalizar ativamente seus contratos.

Não ProvidoTST·24 de fev. de 2026

Administração Pública é Responsável por Dívidas Trabalhistas de Terceirizadas se Houver Culpa Comprovada

Uma decisão importante do TST confirmou que a Administração Pública pode ser responsabilizada por dívidas trabalhistas de empresas terceirizadas. Para isso, é preciso provar que o órgão público foi negligente na fiscalização do contrato, e não apenas que a empresa não pagou. No caso, a culpa da Administração foi comprovada, mantendo a condenação.

Não ProvidoTST·24 de fev. de 2026

Administração Pública é Responsabilizada por Falha na Fiscalização de Terceirizados, Decide TST

O Tribunal Superior do Trabalho (TST) confirmou que a Administração Pública deve responder subsidiariamente por dívidas trabalhistas de empresas terceirizadas quando há prova de que ela falhou em fiscalizar o contrato. A decisão reforça que não basta o mero calote da empresa contratada, mas sim a comprovação da culpa do órgão público. Isso está de acordo com o entendimento do Supremo Tribunal Federal (STF).

Não ProvidoTST·24 de fev. de 2026

TST Rejeita Embargos de Declaração: Decisão que aplica repercussão geral não tem vícios

Um trabalhador tentou reverter uma decisão do TST usando um tipo de recurso chamado embargos de declaração. No entanto, o tribunal negou o pedido, explicando que esse recurso só serve para corrigir erros claros na decisão, como omissões ou contradições. Como a decisão anterior já havia aplicado um entendimento do STF e não tinha esses erros, o TST considerou que o trabalhador estava apenas tentando rediscutir o caso, o que não é permitido por essa via.

Não ProvidoTST·24 de fev. de 2026

Administração Pública é responsável por terceirizados? Entenda quando a culpa na fiscalização gera condenação

Quando uma empresa terceirizada não paga os direitos trabalhistas, a Administração Pública (como um órgão do governo) só é obrigada a pagar se ficar provado que ela falhou na fiscalização do contrato. Não basta a empresa contratada não ter pago ou a justiça inverter o ônus da prova; é preciso demonstrar a culpa do órgão público.

Não ProvidoTST·24 de fev. de 2026

Administração Pública é responsável por dívidas de terceirizados se houver prova de sua culpa na fiscalização

O Tribunal Superior do Trabalho (TST) manteve uma decisão que responsabilizou a Administração Pública por dívidas trabalhistas de uma empresa terceirizada. A condenação ocorreu porque foi comprovado que o órgão público falhou na fiscalização do contrato, e não apenas porque a empresa não pagou ou por uma inversão automática do ônus da prova. Isso segue o entendimento do Supremo Tribunal Federal (STF) sobre o tema.

Não ProvidoTST·24 de fev. de 2026

Administração Pública é Responsável por Falha na Fiscalização de Terceirizados, Decide TST

O TST decidiu que a Administração Pública pode ser responsabilizada por dívidas trabalhistas de empresas terceirizadas, mas não de forma automática. É preciso provar que o órgão público falhou em fiscalizar o contrato. Neste caso, a culpa da Administração na fiscalização foi comprovada, mantendo sua responsabilidade.

Não ProvidoTST·24 de fev. de 2026

Administração Pública responde por terceirizados? TST esclarece quando há culpa e responsabilidade

A Justiça do Trabalho decidiu que a Administração Pública não é automaticamente responsável pelas dívidas trabalhistas de empresas terceirizadas. Para que ela seja condenada, é preciso provar que houve falha ou negligência na fiscalização do contrato, e não apenas o não pagamento das obrigações ou a inversão do ônus da prova. Neste caso específico, a culpa da Administração foi comprovada, mantendo a condenação.

Não ProvidoTST·24 de fev. de 2026

Administração Pública é responsável por dívidas trabalhistas se falhar na fiscalização de terceirizados

Um tribunal superior confirmou que a Administração Pública pode ser responsabilizada por dívidas trabalhistas de empresas terceirizadas. Isso ocorre quando o órgão público falha em fiscalizar o contrato, demonstrando culpa, e não apenas pelo simples não pagamento da empresa. A decisão está alinhada ao entendimento do Supremo Tribunal Federal.

Não ProvidoTST·24 de fev. de 2026

TST Mantém Legalidade da Terceirização de Atividade-Fim e Afasta Equiparação Salarial

O TST decidiu que é permitido terceirizar qualquer tipo de serviço, mesmo aqueles que são a atividade principal de uma empresa. Isso significa que o trabalhador terceirizado não tem vínculo direto com a empresa que o contrata, nem direito aos mesmos salários e benefícios dos empregados diretos dela. A empresa contratante só responde de forma secundária por dívidas trabalhistas.

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