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Acórdãos do relator Sergio Pinto Martins

Decisões relatadas por Sergio Pinto Martins, com resumo em linguagem simples, tese jurídica e perguntas frequentes.

ProvidoTST·19 de fev. de 2026

Administração Pública não é responsável por dívidas trabalhistas de terceirizada sem prova de culpa

O Tribunal Superior do Trabalho (TST) mudou uma decisão anterior para se alinhar ao Supremo Tribunal Federal (STF). Agora, para que a Administração Pública seja responsabilizada por dívidas trabalhistas de empresas terceirizadas, o trabalhador precisa provar que o órgão público agiu com culpa ou negligência. A simples falta de fiscalização não é mais suficiente para gerar essa responsabilidade.

ProvidoTST·19 de fev. de 2026

Fim da Condenação Automática: TST Afasta Responsabilidade de Entes Públicos em Terceirização

O Tribunal Superior do Trabalho (TST) decidiu que órgãos públicos não podem ser condenados automaticamente a pagar dívidas trabalhistas de empresas terceirizadas. Para que o ente público seja responsabilizado, o trabalhador precisa provar que houve negligência ou culpa do órgão na fiscalização do contrato. A simples falta de prova de fiscalização não é suficiente para a condenação.

ProvidoTST·19 de fev. de 2026

TST decide: Empresa que contrata transporte de cargas não é responsável subsidiária

O Tribunal Superior do Trabalho (TST) decidiu que empresas que contratam serviços de transporte de cargas e mercadorias não são responsáveis por dívidas trabalhistas da transportadora. Isso porque o TST entende que esse tipo de contrato é comercial, e não uma terceirização de serviços. Assim, a regra da Súmula 331, IV, que trata de terceirização, não se aplica nesses casos.

Parcialmente ProvidoTST·19 de fev. de 2026

Acordo Coletivo pode Reduzir Intervalo de Almoço Antes de 2015? Entenda a Decisão do TST

O Tribunal Superior do Trabalho (TST) decidiu que é válida a redução do tempo de almoço e descanso (intervalo intrajornada) por meio de acordo ou convenção coletiva, desde que o acordo tenha sido feito antes de novembro de 2015. Essa decisão segue o entendimento do Supremo Tribunal Federal (STF) no Tema 1046, que prioriza o que foi negociado entre empresas e sindicatos. Assim, a antiga regra do TST que proibia essa redução foi superada, desde que o direito do trabalhador não seja totalmente desrespeitado.

ProvidoTST·19 de fev. de 2026

Governo não paga dívida de empresa terceirizada automaticamente: trabalhador precisa provar a culpa

O Tribunal Superior do Trabalho (TST) decidiu que o governo não é automaticamente responsável por dívidas trabalhistas de empresas terceirizadas. Para que o governo seja responsabilizado, o trabalhador precisa provar que houve negligência ou falha na fiscalização por parte do poder público. Não basta apenas alegar que a empresa não pagou; é preciso demonstrar a culpa do ente público.

ProvidoTST·19 de fev. de 2026

Adesão a Novo Plano de Carreira: Entenda a Prescrição de Direitos no TST

Um trabalhador buscou na Justiça promoções não concedidas, mas havia aderido voluntariamente a um novo plano de carreira anos antes. O Tribunal Superior do Trabalho (TST) entendeu que, ao fazer essa escolha, ele renunciou às regras antigas. Como a ação foi ajuizada mais de cinco anos após a adesão, o TST aplicou a prescrição total, ou seja, o direito de reclamar sobre as regras anteriores se perdeu.

Não ProvidoTST·19 de fev. de 2026

Recurso negado no TST por falha na comprovação do pagamento: entenda a deserção

O Tribunal Superior do Trabalho (TST) negou um recurso de uma empresa porque o comprovante de pagamento das custas processuais não estava corretamente vinculado ao processo. A decisão reforça que, se o documento não tiver informações claras como o número do processo ou se o pagador for diferente da empresa, o recurso é considerado 'deserto' e não será analisado. Isso significa que a empresa perdeu a chance de ter seu caso reexaminado em instância superior.

Não ProvidoTST·19 de fev. de 2026

TST nega recurso sobre cálculos trabalhistas por falta de fundamentação legal na fase de execução

O Tribunal Superior do Trabalho (TST) negou um recurso que tentava rediscutir erros nos cálculos de um processo trabalhista, como equiparação salarial, imposto de renda e juros. A decisão foi baseada no fato de que o recurso não estava fundamentado corretamente para ser analisado na fase de execução, conforme a lei. Isso significa que, nessa etapa do processo, é preciso seguir regras muito específicas para questionar os valores.

ProvidoTST·19 de fev. de 2026

Administração Pública não é culpada automaticamente por dívidas trabalhistas em terceirização, decide TST

O TST decidiu que a Administração Pública não pode ser responsabilizada automaticamente por dívidas trabalhistas de empresas terceirizadas. Para que o órgão público seja condenado, o trabalhador precisa provar que houve negligência ou culpa do poder público na fiscalização do contrato. A simples falta de prova de fiscalização não é suficiente para gerar essa responsabilidade.

ProvidoTST·19 de fev. de 2026

Órgão público não paga dívida trabalhista de terceirizada sem prova de sua culpa, decide TST

O Tribunal Superior do Trabalho (TST) decidiu que um órgão público não pode ser obrigado a pagar dívidas trabalhistas de uma empresa terceirizada automaticamente. Para que o órgão público seja responsabilizado, o trabalhador precisa provar que houve negligência ou culpa do poder público na fiscalização do contrato. Não basta apenas alegar que o órgão não provou ter fiscalizado, é preciso demonstrar a falha.

Não ProvidoTST·19 de fev. de 2026

TST Garante Pagamento Contínuo de Horas Extras Futuras em Caso de Situação Inalterada

O Tribunal Superior do Trabalho (TST) decidiu que um trabalhador tem direito a receber horas extras futuras, conhecidas como 'vincendas', enquanto as condições de trabalho que geraram essas horas extras não mudarem. Essa decisão visa evitar que o trabalhador precise entrar com várias ações na justiça pelo mesmo motivo, garantindo a continuidade do pagamento.

ProvidoTST·19 de fev. de 2026

Estado não é automaticamente responsável por dívidas trabalhistas de terceirizada: trabalhador precisa provar a

O Tribunal Superior do Trabalho (TST) decidiu que o Estado não é automaticamente responsável por dívidas trabalhistas de empresas terceirizadas. Para que a Administração Pública seja condenada, o trabalhador precisa provar que houve falha ou negligência na fiscalização do contrato. Não basta apenas alegar que o Estado não provou ter fiscalizado, a prova da culpa é essencial para a condenação.

Parcialmente ProvidoTST·19 de fev. de 2026

Empresa não consegue quitação geral de PDV sem acordo coletivo e é condenada por doença

O Tribunal Superior do Trabalho (TST) decidiu que a quitação geral de um Plano de Demissão Voluntária (PDV) não vale se não houver um acordo coletivo específico. A empresa também foi condenada a pagar indenizações por uma doença ocupacional que incapacitou o trabalhador. Além disso, o TST manteve a decisão de que não houve cerceamento de defesa, mas permitiu a análise de um recurso sobre a redução do intervalo de almoço.

ProvidoTST·19 de fev. de 2026

TST decide: Administração Pública só responde por terceirização se trabalhador provar negligência

O TST decidiu que a Administração Pública (como uma empresa estatal) não pode ser automaticamente responsabilizada por dívidas trabalhistas de empresas terceirizadas. Para que isso aconteça, o trabalhador precisa provar que o órgão público foi negligente na fiscalização do contrato. Não basta alegar que não houve fiscalização; a culpa precisa ser demonstrada, conforme entendimento do STF.

ProvidoTST·19 de fev. de 2026

Terceirização na Atividade-Fim: TST Decide que Não Há Vínculo Direto com a Empresa Contratante

O Tribunal Superior do Trabalho (TST) mudou uma decisão anterior e entendeu que, mesmo quando uma empresa terceiriza sua atividade principal, o trabalhador terceirizado não tem vínculo de emprego direto com a empresa que o contratou. Isso se baseia em uma decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) que considera essa terceirização legal. Assim, não há direito a salário igual ou enquadramento na mesma categoria dos empregados da empresa tomadora de serviços.

ProvidoTST·19 de fev. de 2026

Administração Pública não é responsável automaticamente por dívidas trabalhistas de terceirizada

O TST decidiu que a Administração Pública não pode ser responsabilizada automaticamente por dívidas trabalhistas de empresas terceirizadas. Para que isso aconteça, o trabalhador precisa provar que o órgão público foi negligente na fiscalização do contrato, e não apenas que faltou prova de fiscalização. A decisão segue o entendimento do STF.

ProvidoTST·19 de fev. de 2026

TST: Administração Pública não é culpada automaticamente por dívidas de terceirizadas

O TST decidiu que o governo (Administração Pública) não pode ser automaticamente responsabilizado por dívidas trabalhistas de empresas terceirizadas. Para que o governo seja condenado, o trabalhador precisa provar que ele foi negligente na fiscalização do contrato. Não basta apenas a falta de provas de fiscalização por parte do governo para que a culpa seja presumida.

Não ProvidoTST·19 de fev. de 2026

TST Nega Recurso de Empresa por Falta de Comparação Analítica com a Lei

Uma empresa tentou reverter uma decisão no Tribunal Superior do Trabalho (TST), mas seu recurso foi negado. O motivo foi que a empresa não explicou de forma clara como a decisão anterior desrespeitava as leis que ela alegava terem sido violadas. Por isso, o TST não pôde nem mesmo analisar o caso a fundo.

Não ProvidoTST·19 de fev. de 2026

Entenda por que o TST não reexamina provas e como ficam os honorários na Justiça Gratuita

O Tribunal Superior do Trabalho (TST) confirmou que não pode reavaliar provas sobre jornada de trabalho ou dano moral, pois isso é função das instâncias anteriores. Além disso, a decisão manteve a possibilidade de condenar quem tem justiça gratuita a pagar honorários de advogado, mas com a cobrança suspensa por um tempo, seguindo uma regra do STF.

Não ProvidoTST·19 de fev. de 2026

TST mantém condenação de empresa por horas extras e sobreaviso devido à falta de controle de jornada

O Tribunal Superior do Trabalho confirmou uma decisão que condenou uma empresa a pagar horas extras, incluindo aquelas relacionadas ao regime de sobreaviso e à supressão do intervalo de descanso. A empresa não apresentou os registros de ponto do trabalhador, o que levou à presunção de que os horários informados por ele estavam corretos. Mesmo em regimes especiais, a obrigação de controlar a jornada permanece.

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