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Acórdãos do relator Augusto Cesar Leite De Carvalho

Decisões relatadas por Augusto Cesar Leite De Carvalho, com resumo em linguagem simples, tese jurídica e perguntas frequentes.

ProvidoTST·18 de fev. de 2026

Terceirização: Quem deve provar a culpa da Administração Pública? TST segue entendimento do STF

O TST mudou seu entendimento sobre quem deve provar a culpa da Administração Pública em casos de terceirização. Agora, para que o órgão público seja responsabilizado por dívidas trabalhistas de uma empresa terceirizada, o trabalhador precisa comprovar que houve negligência da Administração. Não basta apenas inverter o ônus da prova, seguindo a nova orientação do STF.

Não ProvidoTST·18 de fev. de 2026

TST Explica: Juiz Pode Negar Perícia Atuarial se Decisão For Bem Fundamentada

O Tribunal Superior do Trabalho (TST) decidiu que não há erro do juiz se ele nega um pedido, como uma perícia, desde que explique bem os motivos. A simples adoção de uma tese diferente da que a parte queria não é considerada uma falha na prestação jurisdicional. Além disso, a realização de uma perícia atuarial não é obrigatória se o juiz entender que ela não é essencial para o caso.

ProvidoTST·18 de fev. de 2026

TST Alinha-se ao STF: Trabalhador Deve Provar Culpa da Administração Pública em Terceirização

O Tribunal Superior do Trabalho (TST) mudou seu entendimento sobre a responsabilidade da Administração Pública em casos de terceirização. Agora, para que o órgão público seja responsabilizado subsidiariamente por dívidas trabalhistas, o próprio trabalhador precisa provar que houve negligência por parte da Administração. Não basta apenas alegar; é preciso apresentar evidências da falha do poder público.

Não ProvidoTST·18 de fev. de 2026

TST multa empresa por embargos de declaração que só visavam atrasar pagamento de FGTS

O Tribunal Superior do Trabalho (TST) multou uma empresa que apresentou um recurso chamado embargos de declaração. A empresa não apontou nenhum erro na decisão anterior, apenas tentou rediscutir o mérito de um caso envolvendo diferenças de FGTS. O TST entendeu que a intenção era apenas atrasar o pagamento, especialmente porque a empresa era a devedora da obrigação.

Não ProvidoTST·18 de fev. de 2026

Sindicatos não pagam custas em Ação Civil Pública, decide TST: Entenda a regra da isenção

O Tribunal Superior do Trabalho (TST) decidiu que sindicatos não precisam pagar custas e despesas quando entram com uma Ação Civil Pública. Isso acontece porque existe uma lei específica para esse tipo de ação que garante a isenção, e ela deve ser aplicada em vez da regra geral da CLT. Essa decisão é importante para proteger os direitos coletivos dos trabalhadores.

Não ProvidoTST·18 de fev. de 2026

Recurso negado no TST: Entenda por que um seguro garantia errado e embargos protelatórios custaram caro

Uma empresa teve seu recurso negado no TST porque o seguro garantia que apresentou para substituir o depósito recursal estava com informações de outro processo e valores errados. Além disso, a empresa foi multada por tentar atrasar o processo com embargos de declaração que não se encaixavam nas regras. A decisão reforça a importância de seguir as normas processuais à risca para evitar a perda de prazos e recursos.

Parcialmente ProvidoTST·18 de fev. de 2026

TST Garante Reflexos de Minutos Residuais em Férias, 13º, FGTS e Outras Verbas Trabalhistas

O Tribunal Superior do Trabalho (TST) decidiu que o tempo que o trabalhador fica à disposição da empresa, mesmo que por poucos minutos antes ou depois do expediente (os 'minutos residuais'), deve gerar reflexos em outras verbas. Isso inclui o repouso semanal remunerado, férias, 13º salário, aviso-prévio e o FGTS. A decisão garante que esses valores sejam calculados e pagos, corrigindo uma omissão anterior.

Parcialmente ProvidoTST·18 de fev. de 2026

TST: Reforma Trabalhista se aplica a contratos antigos e justiça gratuita não paga honorários

O Tribunal Superior do Trabalho (TST) decidiu que a Reforma Trabalhista de 2017 se aplica imediatamente a contratos de trabalho antigos, mas apenas para fatos que aconteceram depois da nova lei. Além disso, o TST reafirmou que pessoas que têm direito à justiça gratuita não podem ser obrigadas a pagar honorários de advogados da parte contrária, seguindo uma decisão do Supremo Tribunal Federal. A decisão também esclareceu sobre a compensação de horas extras, que deve ser feita de forma geral, sem limitar ao mês.

ProvidoTST·18 de fev. de 2026

TST anula decisão por falta de análise sobre assistência sindical em PDV e quitação de direitos

O Tribunal Superior do Trabalho (TST) anulou uma decisão anterior porque o Tribunal Regional não analisou um ponto importante: se a presença do sindicato em um Plano de Demissão Voluntária (PDV) muda a forma como a quitação de direitos é entendida. Essa omissão impediu um julgamento completo do caso, que agora terá que ser reavaliado.

Não ProvidoTST·18 de fev. de 2026

TST: Normas Coletivas do Local de Trabalho Valem para Categoria Diferenciada

O Tribunal Superior do Trabalho decidiu que as regras de acordos coletivos devem ser aplicadas conforme o local onde o trabalhador presta serviço, mesmo que a sede da empresa seja em outra cidade. Isso vale especialmente para trabalhadores de categorias profissionais específicas, que têm suas próprias convenções. A empresa não pode se recusar a cumprir essas regras alegando que não participou da negociação. Assim, o trabalhador teve seus direitos a benefícios como cestas básicas e multas por descumprimento garantidos.

Não ProvidoTST·18 de fev. de 2026

Reforma Trabalhista: TST decide sobre intervalo de almoço em contratos antigos

O Tribunal Superior do Trabalho (TST) confirmou que as mudanças da Reforma Trabalhista (Lei 13.467/2017) sobre o intervalo de almoço parcialmente concedido valem imediatamente para contratos de trabalho que estavam em andamento a partir de 11/11/2017. Isso significa que o cálculo e a natureza do valor devido por esse intervalo foram alterados, mesmo para quem já tinha um contrato antes da lei. A decisão segue uma tese vinculante do próprio TST, o Tema 23.

Não ProvidoTST·18 de fev. de 2026

TST Confirma Reintegração de Trabalhadora por Estabilidade Provisória e Cota de PCD

O Tribunal Superior do Trabalho (TST) confirmou a decisão de reintegração de uma trabalhadora ao seu emprego. A empresa não cumpriu a cota legal de contratação de pessoas com deficiência (PCD) ao dispensar a empregada, o que garante a ela uma estabilidade provisória. O TST também rejeitou argumentos da empresa sobre falhas processuais e a aplicação de multa por recursos considerados protelatórios.

Não ProvidoTST·18 de fev. de 2026

TST mantém validade de Plano de Demissão Voluntária e nega pedido de trabalhador

Um trabalhador tentou anular uma decisão anterior alegando que o tribunal não havia analisado todos os pontos sobre sua adesão a um Plano de Demissão Voluntária (PDV). No entanto, o Tribunal Superior do Trabalho (TST) entendeu que a decisão anterior já havia explicado detalhadamente a validade do PDV, conforme as regras do Supremo Tribunal Federal. Por isso, o TST rejeitou o pedido do trabalhador, afirmando que os embargos de declaração não servem para rediscutir o que já foi decidido.

Não ProvidoTST·18 de fev. de 2026

TST não analisa recurso de empresa por erro formal: entenda a importância da transcrição

O Tribunal Superior do Trabalho (TST) não aceitou analisar um recurso de uma empresa que queria reverter uma decisão trabalhista. O motivo foi um erro formal: a empresa não indicou no recurso o trecho exato da decisão anterior que já havia discutido o assunto. Por isso, o TST não pôde nem mesmo verificar se o caso tinha relevância para ser julgado.

Não ProvidoTST·18 de fev. de 2026

Empresa é condenada por restringir uso do banheiro: TST confirma dano moral automático ao trabalhador

O Tribunal Superior do Trabalho (TST) decidiu que uma empresa deve pagar indenização por danos morais a um trabalhador que teve o uso do banheiro restrito. A Corte entendeu que essa restrição, por si só, já causa um dano moral, sem precisar de outras provas de sofrimento. A empresa tentou reverter a decisão, mas o TST manteve a condenação, reforçando a proteção à dignidade do empregado.

Parcialmente ProvidoTST·18 de fev. de 2026

TST decide sobre adicional de insalubridade, FGTS e horas extras: o que muda para trabalhadores?

O Tribunal Superior do Trabalho (TST) confirmou que o adicional de insalubridade deve ser calculado sobre o salário mínimo. Além disso, a Corte não aceitou pedidos de diferenças de FGTS e horas extras, incluindo as de trajeto e os minutos residuais, principalmente por falta de provas ou por seguir o que já está previsto em súmulas e acordos coletivos. A decisão reforça a importância da comprovação dos fatos em processos trabalhistas.

Não ProvidoTST·18 de fev. de 2026

TST: Pequena Extrapolação de 6 Segundos na Jornada Não Gera Horas Extras

Um trabalhador buscou horas extras por ter extrapolado sua jornada em apenas seis segundos além do limite de dez minutos diários. O Tribunal Superior do Trabalho (TST) entendeu que essa diferença mínima não configura tempo à disposição do empregador. A decisão se baseou nos princípios da razoabilidade e proporcionalidade, considerando que variações tão pequenas fazem parte da rotina de trabalho.

Não ProvidoTST·23 de fev. de 2026

Terceirização: Quem prova a culpa da Administração Pública? Entenda a decisão do TST e outros temas.

O TST decidiu que, em casos de terceirização, é o trabalhador quem precisa provar que a Administração Pública agiu com culpa para que ela seja responsabilizada subsidiariamente. Além disso, o tribunal analisou outros pedidos do trabalhador, como adicional de insalubridade, horas extras e intervalo de almoço, negando a maioria deles por diferentes motivos.

ProvidoTST·23 de fev. de 2026

Trabalhador deve provar culpa da Administração Pública em terceirização, decide TST

O Tribunal Superior do Trabalho (TST) decidiu que, em casos de terceirização, é o trabalhador quem precisa provar que a Administração Pública (como um órgão do governo) agiu com culpa para ser responsabilizada por dívidas trabalhistas da empresa contratada. Essa decisão segue o entendimento do Supremo Tribunal Federal (STF) e muda a regra anterior. Agora, para que o órgão público seja cobrado, é preciso demonstrar que ele foi negligente ou que sua conduta causou o prejuízo.

ProvidoTST·23 de fev. de 2026

Quem deve provar a culpa da Administração Pública em terceirização? STF muda regra e TST aplica

Uma decisão importante do Tribunal Superior do Trabalho (TST) esclareceu que, em casos de terceirização, o trabalhador que busca a responsabilidade da Administração Pública precisa provar que houve falha ou culpa dela na fiscalização do contrato. Antes, o entendimento era diferente, mas o Supremo Tribunal Federal (STF) mudou essa regra. Agora, não basta alegar; é preciso apresentar provas da negligência do órgão público.

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