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Acórdãos do relator Amaury Rodrigues Pinto Junior

Decisões relatadas por Amaury Rodrigues Pinto Junior, com resumo em linguagem simples, tese jurídica e perguntas frequentes.

Não ProvidoTST·13 de fev. de 2026

Carteiros Motociclistas da ECT: TST Garante Cumulação de AADC e Adicional de Periculosidade

O Tribunal Superior do Trabalho (TST) confirmou que carteiros motociclistas da ECT têm direito a receber tanto o Adicional de Atividade de Distribuição e Coleta Externa (AADC) quanto o Adicional de Periculosidade. Essa decisão segue uma tese já firmada pelo próprio TST, conhecida como Tema 15. A empresa tentou argumentar que uma decisão sobre a validade de uma portaria mudaria o cenário, mas o TST entendeu que essa discussão não se aplica ao caso específico do trabalhador, que já tinha o direito ao AADC garantido.

Não ProvidoTST·13 de fev. de 2026

TST: Cargo de Gestão e Assédio Moral – Entenda por que o Tribunal Superior não reavalia provas

O Tribunal Superior do Trabalho (TST) confirmou uma decisão anterior que considerou que o trabalhador ocupava um cargo de gestão e que não houve assédio moral. O TST explicou que o tribunal de origem já havia analisado bem todas as provas e fatos. Por isso, não é possível que o TST reavalie as provas, aplicando uma regra conhecida como Súmula 126.

Não ProvidoTST·13 de fev. de 2026

TST define limites da responsabilidade da Administração Pública e a natureza da ajuda de custo

O Tribunal Superior do Trabalho (TST) decidiu que a Administração Pública não pode ser responsabilizada por dívidas trabalhistas de empresas terceirizadas, a menos que o trabalhador prove a negligência do órgão público na fiscalização do contrato. Além disso, o TST reafirmou que a ajuda de custo, mesmo que paga regularmente, tem natureza indenizatória e não integra o salário, conforme a Reforma Trabalhista.

Não ProvidoTST·13 de fev. de 2026

Recurso de Revista Não Aceito no TST por Erros na Apresentação: Entenda o Caso

Um recurso importante, chamado Recurso de Revista, não foi aceito pelo Tribunal Superior do Trabalho (TST) porque a parte que recorreu não seguiu as regras de como ele deveria ser apresentado. A decisão mostra que é fundamental destacar os pontos exatos do processo anterior e explicar a relação entre o que se pede e o que já foi decidido, para que o recurso possa ser analisado. Sem isso, o tribunal nem chega a discutir o mérito do caso.

Não ProvidoTST·13 de fev. de 2026

Carteiros Motociclistas: TST Confirma Direito à Cumulação de Adicionais de Atividade e Periculosidade

O TST confirmou que carteiros motociclistas podem receber dois adicionais ao mesmo tempo: o Adicional de Atividade de Distribuição e Coleta Externa (AADC) e o Adicional de Periculosidade. A empresa tentou contestar, alegando a anulação de uma portaria, mas o tribunal entendeu que essa questão não se aplicava ao caso, que focava no direito do trabalhador ao AADC. A decisão segue um entendimento já pacificado pelo TST, garantindo o pagamento cumulativo.

Não ProvidoTST·13 de fev. de 2026

Empresa em Recuperação Judicial Paga Multa da CLT Mesmo com Falência Posterior, Decide TST

O Tribunal Superior do Trabalho decidiu que uma empresa em recuperação judicial deve pagar a multa por atraso nas verbas rescisórias, mesmo que a falência seja decretada depois da demissão. A regra que isenta empresas falidas dessa multa não se aplica quando a rescisão do contrato de trabalho acontece antes da decretação da falência. Isso garante que o trabalhador receba seus direitos no prazo.

Parcialmente ProvidoTST·13 de fev. de 2026

TST valida decisão individual e nega recurso por falta de provas e argumentos específicos

O Tribunal Superior do Trabalho (TST) confirmou a validade de decisões tomadas por um único ministro, visando a rapidez do processo. Além disso, negou um recurso porque a parte não apresentou argumentos específicos contra a decisão anterior, conforme a regra da dialeticidade. Por fim, o pedido de diferenças salariais foi rejeitado, pois não havia provas suficientes sobre a existência de um plano de cargos e salários, impedindo nova análise de fatos.

Não ProvidoTST·13 de fev. de 2026

TST garante base de cálculo mais vantajosa para adicional de insalubridade

O Tribunal Superior do Trabalho (TST) decidiu que, se uma empresa pagou o adicional de insalubridade sobre o salário básico por sua própria vontade, essa condição se torna parte do contrato de trabalho. Assim, a empresa não pode mudar essa base de cálculo para uma menos vantajosa, como o salário mínimo, pois isso seria prejudicial ao trabalhador. A decisão protege as condições mais benéficas já concedidas.

Não ProvidoTST·13 de fev. de 2026

TST Confirma Retificação de PPP para Risco Elétrico Acima de 250V com Base em Laudo Pericial

O Tribunal Superior do Trabalho (TST) confirmou que uma empresa deve retificar o Perfil Profissiográfico Previdenciário (PPP) de um trabalhador para incluir a exposição a risco elétrico acima de 250 volts. A decisão se baseou em um laudo pericial que comprovou o risco, e a empresa não conseguiu apresentar provas fortes para contestá-lo. Isso reforça a importância da perícia técnica em casos de reconhecimento de condições de trabalho especiais.

Não ProvidoTST·13 de fev. de 2026

TST valida grupo econômico por coordenação e reforça necessidade de provas para justa causa

O Tribunal Superior do Trabalho (TST) confirmou que empresas podem formar um grupo econômico por coordenação, mesmo sem uma hierarquia clara, se houver interesses em comum e atuação conjunta, aplicando-se a contratos de trabalho que começaram antes e terminaram depois da Reforma Trabalhista. Além disso, a decisão reforçou que a justa causa só é válida se houver provas concretas do descumprimento de regras, não bastando apenas alegações.

Parcialmente ProvidoTST·24 de fev. de 2026

Trabalho no Calor: TST Define Regras para Adicional de Insalubridade e Limitações

O TST decidiu que trabalhadores expostos ao calor excessivo em ambientes externos, como o sol, têm direito ao adicional de insalubridade. No entanto, esse direito foi limitado a partir de dezembro de 2019, quando uma nova regra passou a excluir o trabalho a céu aberto sem fonte artificial de calor da lista de atividades insalubres. Isso significa que a empresa só precisa pagar o adicional até essa data, mesmo que o trabalho insalubre tenha continuado depois.

Parcialmente ProvidoTST·24 de fev. de 2026

Adicional de Risco para Portuários: Quando é Devido e a Justiça Gratuita Após a Reforma Trabalhista

O Tribunal Superior do Trabalho decidiu que o trabalhador portuário avulso só tem direito ao adicional de risco se provar que empregados permanentes, nas mesmas condições, recebem esse benefício. No entanto, a justiça gratuita pode ser concedida ao trabalhador apenas com a declaração de que não tem condições de pagar as custas, mesmo após a Reforma Trabalhista. Isso mostra a importância de comprovar os requisitos específicos para cada direito.

ProvidoTST·23 de fev. de 2026

TST decide: Trabalhador precisa provar culpa da Administração Pública em terceirização

O Tribunal Superior do Trabalho (TST) decidiu que, em casos de terceirização, a Administração Pública só pode ser responsabilizada por dívidas trabalhistas se o próprio trabalhador provar que houve falha na fiscalização do contrato. Essa decisão segue o entendimento do Supremo Tribunal Federal (STF), que exige a comprovação da culpa do ente público. Assim, não basta apenas o inadimplemento da empresa contratada para que a Administração seja punida.

Parcialmente ProvidoTST·23 de fev. de 2026

TST decide sobre demissão por justa causa, correção de valores e honorários para quem tem justiça gratuita

O Tribunal Superior do Trabalho (TST) analisou um caso de demissão por justa causa, onde a empresa tentava reverter a decisão. O tribunal não aceitou rever a justa causa, pois isso exigiria analisar novamente as provas do processo, o que não é permitido. Além disso, a decisão confirmou como os valores devem ser corrigidos e tratou da multa por recursos protelatórios e dos honorários advocatícios para quem tem justiça gratuita.

Parcialmente ProvidoTST·23 de fev. de 2026

TST define regras para intervalo em 'dupla pegada' e muda indenização após Reforma Trabalhista

O Tribunal Superior do Trabalho (TST) decidiu que trabalhadores em turnos sucessivos, a chamada 'dupla pegada', têm direito a uma hora de intervalo para descanso. Além disso, a partir da Reforma Trabalhista de 2017, o valor pago pela falta desse intervalo passou a ser considerado indenização, e não mais salário, valendo para todos os contratos de trabalho que estavam em andamento na época da mudança da lei.

Parcialmente ProvidoTST·23 de fev. de 2026

Horas Extras: TST decide sobre cartões de ponto britânicos e validade de fichas financeiras

O TST decidiu que cartões de ponto com horários sempre iguais não servem como prova, e a empresa precisa comprovar as horas extras. Também foi definido que as fichas financeiras podem valer como comprovante de pagamento, a menos que o trabalhador prove o contrário. Uma parte do recurso do trabalhador sobre correção monetária não foi analisada por falta de fundamentação.

ProvidoTST·23 de fev. de 2026

TST decide por prescrição parcial em diferenças salariais de planos de progressão por grades

O Tribunal Superior do Trabalho (TST) decidiu que a cobrança de diferenças salariais por não cumprimento de planos de progressão por grades não tem prazo de validade total. Isso significa que a lesão se renova a cada mês, permitindo que o trabalhador busque seus direitos por um período maior. A decisão se baseou em uma súmula importante do próprio TST, garantindo que a prescrição seja apenas parcial.

ProvidoTST·23 de fev. de 2026

Sindicato pode defender direitos de trabalhadores, mesmo que sejam diferentes entre si, decide TST

O TST decidiu que sindicatos têm ampla liberdade para defender os direitos de seus representados na Justiça, mesmo que esses direitos sejam diferentes para cada trabalhador. A decisão reverteu um entendimento anterior que limitava essa atuação, reforçando o papel do sindicato na proteção da categoria.

ProvidoTST·23 de fev. de 2026

Administração Pública não é culpada automaticamente por dívidas de terceirizadas, decide TST

O Tribunal Superior do Trabalho (TST) mudou uma decisão anterior e entendeu que a Administração Pública não pode ser responsabilizada automaticamente por dívidas trabalhistas de empresas terceirizadas. Para que haja essa responsabilidade, é preciso provar concretamente que houve falha na fiscalização, e não apenas presumir a culpa pela falta de documentos ou pelo simples não pagamento das obrigações. Essa decisão segue o que já foi estabelecido pelo Supremo Tribunal Federal (STF).

ProvidoTST·23 de fev. de 2026

Terceirização de Atividade-Fim é Válida e Não Há Equiparação Salarial, Decide TST

O TST decidiu que as empresas podem terceirizar qualquer atividade, inclusive as principais, sem que isso crie um vínculo de emprego direto com o trabalhador terceirizado. Além disso, a decisão negou que trabalhadores terceirizados tenham direito a receber o mesmo salário que os empregados diretos da empresa contratante. Essa posição segue o entendimento já estabelecido pelo Supremo Tribunal Federal.

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