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Acórdãos do relator Ives Gandra Da Silva Martins Filho

Decisões relatadas por Ives Gandra Da Silva Martins Filho, com resumo em linguagem simples, tese jurídica e perguntas frequentes.

Não ProvidoTST·20 de fev. de 2026

TST valida acordo que reduz tempo de almoço e descanso, sem pagamento de horas extras, conforme STF

Esta decisão do TST confirmou que um acordo feito entre a empresa e os trabalhadores pode diminuir o tempo de almoço ou descanso (intervalo intrajornada). Isso segue uma regra importante do STF (Tema 1.046), o que significa que a empresa não precisa pagar horas extras por essa redução. A decisão também abordou recursos que não foram aceitos por falta de argumentação clara.

Não ProvidoTST·20 de fev. de 2026

TST: Para a administração pública ser responsável, o trabalhador precisa provar sua falha na fiscalização

O TST decidiu que um órgão público não deve ser responsabilizado por dívidas trabalhistas de uma empresa terceirizada, a menos que o trabalhador prove que o órgão foi negligente na fiscalização do contrato. Essa decisão segue um entendimento do STF. No caso, como o trabalhador não apresentou essa prova, o órgão público foi liberado da responsabilidade.

Não ProvidoTST·20 de fev. de 2026

Administração Pública não é responsável automaticamente por dívidas trabalhistas de terceirizadas, decide TST

O Tribunal Superior do Trabalho (TST) confirmou que a Administração Pública não é automaticamente responsável por dívidas trabalhistas de empresas terceirizadas. Para que essa responsabilidade exista, é preciso provar que houve falha na fiscalização. No caso analisado, o recurso do trabalhador foi negado porque ele não apresentou novos argumentos que pudessem mudar a decisão anterior. Isso reforça a necessidade de demonstrar a culpa da Administração Pública.

Não ProvidoTST·20 de fev. de 2026

TST: Acordo Coletivo sobre Turnos de Revezamento é Válido e Prevalece sobre Lei para Horas Extras

O Tribunal Superior do Trabalho (TST) decidiu que um acordo feito entre a empresa e os trabalhadores, que definia os turnos de revezamento, é válido. Por causa disso, um trabalhador que pedia horas extras além da 6ª diária e 36ª semanal teve seu pedido negado. A decisão se baseou no entendimento do Supremo Tribunal Federal (Tema 1.046), que prioriza o que foi negociado em acordos coletivos, desde que respeite direitos essenciais.

Parcialmente ProvidoTST·20 de fev. de 2026

TST anula decisão por falta de análise de normas sobre intervalo de digitador: entenda seus direitos

O Tribunal Superior do Trabalho (TST) anulou uma decisão de um tribunal inferior porque ele não explicou por que ignorou regras internas e acordos coletivos sobre o tempo de descanso de quem trabalha digitando. Para o TST, toda decisão judicial precisa ser bem justificada, garantindo que as partes entendam o raciocínio do juiz. Agora, o caso volta para que o tribunal analise essas regras e decida novamente.

ProvidoTST·20 de fev. de 2026

TST Alinha-se ao STF: Terceirização é Lícita e Não Há Equiparação Salarial com Tomadora

O Tribunal Superior do Trabalho (TST) mudou sua posição sobre a terceirização, seguindo o entendimento do Supremo Tribunal Federal (STF). Agora, a terceirização é considerada legal, não importa a atividade da empresa. Além disso, trabalhadores terceirizados não têm direito ao mesmo salário de quem trabalha diretamente para a empresa que contrata o serviço, pois isso feriria a liberdade de negócio das empresas. No entanto, a empresa que contrata o serviço ainda pode ser responsável por dívidas trabalhistas da terceirizada.

Não ProvidoTST·20 de fev. de 2026

TST Mantém IPCA-E e Juros para Débitos Trabalhistas e Exclui Valores Já Pagos

O Tribunal Superior do Trabalho (TST) confirmou a aplicação do índice IPCA-E, acrescido de juros de 1% ao mês, para corrigir dívidas trabalhistas. A decisão segue o entendimento do Supremo Tribunal Federal (STF) na ADC 58. Importante ressaltar que os valores de dívidas que já foram pagos anteriormente mantêm o critério de correção usado na época do pagamento, não sendo alterados por essa nova regra.

ProvidoTST·20 de fev. de 2026

Fim da equiparação: Terceirizados não têm os mesmos direitos de empregados de empresas públicas, decide TST

O TST decidiu que trabalhadores terceirizados não podem ter o mesmo salário e benefícios de empregados de empresas públicas, como a Caixa Econômica Federal. Essa decisão se baseia em um entendimento do STF que impede a equiparação entre empresas diferentes. Assim, um trabalhador terceirizado que buscava direitos iguais aos bancários da CEF teve seu pedido negado.

Não ProvidoTST·20 de fev. de 2026

TST mantém decisão: Administração Pública não é responsável subsidiariamente sem prova de negligência do

O Tribunal Superior do Trabalho (TST) confirmou que a Administração Pública não pode ser automaticamente responsabilizada por dívidas trabalhistas de empresas terceirizadas. Para que isso aconteça, o trabalhador precisa provar que o órgão público foi negligente ou que houve uma ligação direta entre a falha do poder público e o prejuízo sofrido. Essa decisão segue um entendimento importante do Supremo Tribunal Federal (STF).

Não ProvidoTST·20 de fev. de 2026

TST Permite Penhora de Aposentadoria para Dívida Trabalhista, Mas Garante Salário Mínimo

O TST decidiu que é possível penhorar até 30% da aposentadoria de uma pessoa para pagar dívidas trabalhistas. No entanto, essa penhora só pode acontecer se, mesmo após o desconto, o aposentado ainda receber pelo menos um salário mínimo para sua subsistência. A decisão busca equilibrar o direito do trabalhador de receber o que lhe é devido com a proteção da dignidade do aposentado.

Não ProvidoTST·20 de fev. de 2026

Acordo Coletivo Permite Compensação de Jornada em Ambiente Insalubre, Decide TST

O Tribunal Superior do Trabalho (TST) decidiu que é válido um acordo coletivo que permite compensar horas de trabalho em locais insalubres, mesmo sem a autorização prévia de órgãos de segurança e saúde. Essa decisão se baseia em um entendimento do Supremo Tribunal Federal (STF), o Tema 1.046, que valoriza o que foi negociado entre empresas e sindicatos. Com isso, foram retiradas da condenação as horas extras que haviam sido pedidas pelo trabalhador.

Não ProvidoTST·20 de fev. de 2026

Administração Pública não é responsável por terceirizados sem prova de falha na fiscalização, decide TST

O Tribunal Superior do Trabalho (TST) decidiu que uma empresa pública não pode ser responsabilizada por dívidas trabalhistas de uma empresa terceirizada, a menos que se prove que ela falhou na fiscalização do contrato. Neste caso, como o trabalhador não conseguiu comprovar essa falha, a empresa pública não foi condenada a pagar as verbas. A decisão segue o entendimento do Supremo Tribunal Federal e do próprio TST.

Não ProvidoTST·20 de fev. de 2026

TST valida acordo que permite descanso semanal após 7 dias de trabalho, com base em decisão do STF

O Tribunal Superior do Trabalho (TST) manteve uma decisão que considerou válido um acordo coletivo de trabalho. Esse acordo permitia que o descanso semanal remunerado fosse concedido após o sétimo dia consecutivo de trabalho. A validação se deu porque o TST seguiu o entendimento do Supremo Tribunal Federal (STF) sobre a autonomia da negociação coletiva para flexibilizar direitos.

ProvidoTST·20 de fev. de 2026

TST decide: Inatividade na execução trabalhista pode gerar perda do direito, mesmo em processos antigos

O Tribunal Superior do Trabalho (TST) decidiu que a inatividade do trabalhador na fase de execução de um processo pode levar à perda do direito de cobrar. Se o trabalhador não tomar as providências necessárias por mais de dois anos, após a Lei da Reforma Trabalhista de 2017, a execução pode ser extinta. Isso vale mesmo para processos que começaram antes da reforma, reforçando a importância de manter o processo ativo.

Não ProvidoTST·20 de fev. de 2026

TST: Administração Pública não responde por dívidas de terceirizada sem prova de falha na fiscalização

O Tribunal Superior do Trabalho (TST) decidiu que a Administração Pública não pode ser responsabilizada automaticamente por dívidas trabalhistas de empresas terceirizadas. Para que essa responsabilidade exista, é preciso provar que o órgão público falhou em fiscalizar o contrato. Neste caso, como não houve essa prova, a responsabilidade do Estado foi afastada.

Não ProvidoTST·20 de fev. de 2026

TST decide: ATS não inclui todas as verbas salariais e gratuidade de justiça é negada a quem ganha bem

O Tribunal Superior do Trabalho (TST) manteve uma decisão que limitou a forma de calcular o Adicional por Tempo de Serviço (ATS) de um trabalhador, excluindo algumas parcelas salariais da base. Além disso, o tribunal negou o pedido de gratuidade de justiça ao trabalhador, pois sua alta remuneração afasta a ideia de que ele não teria condições de pagar as custas do processo. A decisão reforça a mudança de entendimento do TST sobre esses temas.

Não ProvidoTST·20 de fev. de 2026

TST: Acordo Coletivo Permite Compensar Horas Extras com Gratificação de Função

O Tribunal Superior do Trabalho (TST) decidiu que é válida a compensação de horas extras que um trabalhador teria direito a receber com o valor já pago como gratificação de função. Essa decisão se baseou em um entendimento do Supremo Tribunal Federal (STF), o Tema 1.046, que valoriza os acordos e convenções coletivas de trabalho. Além disso, o TST afastou a condenação da empresa ao pagamento de comissões sobre produtos não bancários.

Não ProvidoTST·20 de fev. de 2026

TST Garante Periculosidade por Combustível em Prédio: Entenda o Caso do Óleo Diesel Acima do Limite

O Tribunal Superior do Trabalho (TST) confirmou o direito de um trabalhador ao adicional de periculosidade. A decisão se deu porque o prédio onde ele atuava armazenava 500 litros de óleo diesel, quantidade que excede o limite legal de 250 litros para líquidos inflamáveis. O TST reafirmou que a periculosidade se configura independentemente do andar em que o empregado trabalha, seguindo sua jurisprudência consolidada.

Não ProvidoTST·20 de fev. de 2026

TST Afasta Responsabilidade Subsidiária de Município por Falta de Prova de Culpa

O Tribunal Superior do Trabalho (TST) manteve uma decisão que afastou a responsabilidade de um Município em um processo trabalhista. A decisão anterior havia excluído o Município da ação por não haver prova de que ele falhou em fiscalizar a empresa contratada. O trabalhador tentou reverter, mas o TST confirmou que a decisão estava correta.

Não ProvidoTST·20 de fev. de 2026

Administração Pública não é responsável por dívidas trabalhistas de terceirizadas sem prova de culpa, decide TST

O Tribunal Superior do Trabalho (TST) decidiu que a Administração Pública não é automaticamente responsável por dívidas trabalhistas de empresas terceirizadas. Para que ela seja responsabilizada, é preciso provar que houve falha na sua fiscalização do contrato. Essa decisão segue o entendimento já consolidado do TST e do Supremo Tribunal Federal (STF).

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